Não é você que mudou. É a sua fisiologia.

Não estou me reconhecendo mais.
E ninguém te disse por quê.

Sono que quebra às três da manhã. A palavra que não vem no meio da reunião. O peso que parou de responder ao que sempre funcionou. A libido que sumiu sem briga. Não é falta de disciplina, não é só estresse, não é “da idade”. Isso tem nome: climatério. Começa muito antes da menopausa.

3 minutos · sem custo · suas respostas vão direto para a nossa equipe

  • 100% telemedicina
  • Protocolo entregue em casa
  • Conduta definida por médico, com exame

O nome disso

Climatério não é menopausa.
É a fisiologia inteira ao redor dela.

Menopausa é uma data: a sua última menstruação, confirmada só depois de doze meses sem ciclo. Climatério é o nome do processo inteiro em volta dela. Começa muito antes, ainda na casa dos 35, e segue por décadas depois. Perimenopausa, menopausa e pós-menopausa são fases de uma única transição, não três problemas separados.

MENOPAUSA 48 ANOS, EM MÉDIA 35 45 55 65 75 CLIMATÉRIO DOS 35 AOS 75 ANOS cerca de 40 anos da sua vida perimenopausa · menopausa · pós-menopausa

O climatério não é uma das fases.
É o círculo inteiro.

Perimenopausa, menopausa e pós-menopausa estão todas dentro do climatério. Ele começa antes de qualquer irregularidade menstrual e não termina quando os fogachos passam. É a fase mais longa da vida adulta da mulher, e a menos acompanhada.

Transição inicial · 35 aos 45Ciclos ainda regulares. A progesterona já está caindo.
Perimenopausa · 45 aos 49Ciclo irregular. O estradiol oscila e os sintomas chegam ao pico.
Menopausa · 48 anos, em médiaNão é uma fase. É uma data, confirmada 12 meses depois.
Pós-menopausa · a partir dos 49O resto da vida. É onde o risco crônico se acumula.

O que acontece com os seus hormônios entre os 30 e os 65 anos

Arraste o gráfico para o lado →

30 35 40 45 50 55 60 65 NÍVEL HORMONAL RELATIVO IDADE (ANOS) MENOPAUSA · 48 ANOS, EM MÉDIA Progesterona Estradiol Testosterona C L I M A T É R I O JÁ EM CURSO IDADE REPRODUTIVA TRANSIÇÃO INICIAL PERIMENOPAUSA PÓS-MENOPAUSA

Representação esquemática do comportamento médio dos três eixos ao longo da vida, para fins educativos. Não representa curva individual nem valor laboratorial. Sua curva real só se conhece com exame.

Ver os dados em tabela
FaseIdade aproximadaProgesteronaEstradiolTestosterona
Idade reprodutivaaté 35EstávelEstávelQueda lenta desde os 30
Transição inicial35 a 45Em queda, a primeira a cairOscilando, com picos e valesQueda lenta e contínua
Perimenopausa45 a 49Muito baixaOscilação máxima, depois quedaQueda lenta e contínua
Menopausa (evento)48, em médiaBaixaQueda acentuadaQueda lenta e contínua
Pós-menopausaa partir dos 49Baixa e estávelBaixo e estávelSegue caindo

É a mulher que não reconhece o próprio cansaço às três da tarde. A que vê a barriga mudar de forma com a mesma rotina de sempre. A que perde a palavra na reunião e finge que não percebeu. A que dá voltas na cama às quatro da manhã. Fases diferentes, rostos diferentes. A mesma origem.

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sinais catalogados ao climatério, em 9 sistemas diferentes do corpo. Não é uma lista clínica fechada. É a extensão do que a queda hormonal pode tocar.

Vasomotor

  • Fogachos
  • Suor noturno
  • Palpitação
  • Calafrios

Sono e energia

  • Insônia
  • Sono fragmentado
  • Fadiga persistente
  • Sonolência diurna

Cognitivo e emocional

  • Névoa mental
  • Falha de memória
  • Dificuldade de concentração
  • Oscilação de humor
  • Irritabilidade
  • Ansiedade
  • Humor deprimido
  • Crises de choro

Peso e metabolismo

  • Gordura abdominal
  • Resistência à perda de peso
  • Compulsão por doce
  • Colesterol alterado
  • Inchaço
  • Alteração intestinal

Genito-urinário e sexual

  • Queda de libido
  • Ressecamento vaginal
  • Dor na relação
  • Infecção urinária recorrente
  • Urgência urinária
  • Ciclo irregular
  • Perda de urina ao esforço

Pele, cabelo e mucosas

  • Queda de cabelo
  • Unha fraca
  • Pele seca
  • Perda de elasticidade
  • Acne tardia
  • Boca seca
  • Olhos secos
  • Alteração no paladar

Musculoesquelético

  • Dor articular
  • Dor muscular
  • Perda de força
  • Rigidez matinal
  • Cãibras noturnas

Neurológico e sensorial

  • Dor de cabeça
  • Enxaqueca nova
  • Formigamento
  • Zumbido
  • Tontura
  • Sensação de choque elétrico

Ósseo e cardiovascular silencioso

  • Perda de densidade óssea
  • Alteração de pressão arterial
  • Palpitação em repouso
  • Rigidez arterial

Um sinal isolado pode ser muitas coisas. O padrão (vários sinais, sustentados no tempo) é o que pede investigação hormonal. É exatamente isso que a avaliação abaixo lê.

Ler os meus sinais

O que costuma ser chamado de cansaço

Seis sinais que você provavelmente já ouviu que eram normais da idade.

Climatério não é uma doença, e também não é algo para atravessar no silêncio. É a transição fisiológica que engloba a perimenopausa, a menopausa e a pós-menopausa: mensurável, acompanhável e com conduta.

  • O sono que quebra às três da manhã

    Você adormece sem dificuldade, acorda no meio da noite e não volta mais. A queda de progesterona altera a arquitetura do sono. Não é só estresse.

  • A palavra que não vem

    Perder o nome de quem você conhece há anos, reler o mesmo parágrafo três vezes, sair da reunião sem o fio. O estrogênio age direto em memória e atenção.

  • O peso que parou de responder

    A mesma alimentação, o mesmo treino, outro resultado, e a gordura mudando de lugar. A composição corporal acompanha o perfil hormonal, não só a disciplina.

  • A libido que sumiu sem briga

    Não é desinteresse pela pessoa ao lado nem problema de relacionamento. Testosterona também é hormônio feminino, e cai antes do que se costuma imaginar.

  • A reação que você mesma estranha depois

    A irritação desproporcional, o choro sem motivo aparente, a paciência que encurtou. Oscilação hormonal atua sobre humor. Isso é neuroquímica, não temperamento.

  • O calor que sobe do nada

    Fogachos, suor noturno, coração acelerado sem esforço. São os sintomas vasomotores clássicos da transição, e estão entre os mais bem descritos na literatura.

Um sintoma isolado pode ser muitas coisas. Três ou mais, juntos e sustentados, pedem investigação hormonal.

Ver os meus sinais

Como funciona

Três etapas, nenhuma delas por conta própria.

Do primeiro clique à reavaliação, sem sala de espera e sem deslocamento, mas com médico, exame e prescrição, como qualquer cuidado sério.

  1. Avaliação inicial

    Você conta o que está sentindo, há quanto tempo e o quanto isso pesa no seu dia, num questionário rápido. Nossa equipe lê tudo antes de falar com você.

    3 minutos · sem custo

  2. Consulta com o médico

    Uma consulta por vídeo de verdade, não uma triagem de cinco minutos: o médico ouve a sua história inteira, pede os exames que fazem sentido para o seu caso e explica o porquê de cada um.

    Telemedicina · CFM 2.314/2022

  3. Conduta individual

    Com o resultado dos exames em mãos, o médico decide com você o que faz sentido para o seu caso. O que for prescrito chega na sua casa, com acompanhamento de verdade e reavaliação nos intervalos certos.

    Entrega em casa · reavaliação periódica

Responsabilidade técnica

Medicina hormonal é decisão clínica. Não é protocolo de prateleira.

Você já deve ter ouvido a mesma resposta genérica que toda mulher ouve nessa fase. Mas duas mulheres com os mesmos sintomas podem sair da consulta com condutas bem diferentes: a idade, o histórico familiar, os exames e a via de administração mudam a leitura inteira do caso. Nenhum corpo responde do mesmo jeito.

É por isso que a YOVA não tem um pacote pronto para vender. Tem um médico que avalia, um exame que mede e uma conduta que se revisa. O que se personaliza aqui é o cuidado, não a embalagem dele.

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Dr. Gustavo Ryan, responsável técnico da YOVA

Dr. Gustavo Ryan

CRM-MG 110935 · Responsável técnico

“Nenhuma conduta hormonal é definida sem exame e sem história clínica. É exatamente isso que separa medicina de precisão de tratamento padronizado.”

É de manhã que a saúde hormonal se anuncia primeiro.
No sono que sustentou a noite. Ou não sustentou.

A pergunta que todo mundo faz

“Reposição hormonal causa câncer?”

É a primeira pergunta em quase toda consulta, e ela merece uma resposta inteira, não um “pode ficar tranquila”.

O que ficou da manchete

Em 2002, a divulgação de um grande estudo americano, o WHI, produziu uma manchete que atravessou vinte anos: reposição hormonal aumenta o risco de câncer de mama.

A frase circulou sozinha, sem o contexto do estudo. Prescrições caíram no mundo inteiro, e uma geração de mulheres aprendeu a atravessar a transição sem investigar nada.

O que a leitura completa mostra

A publicação original avaliou uma população de idade média mais avançada, com um esquema hormonal específico. Reanálises posteriores mostraram que idade de início, tipo de hormônio e via de administração mudam a relação entre risco e benefício.

Risco não é zero. Em medicina, risco nunca é zero: nem para tratar, nem para não tratar. Ele é individual, e calculá-lo com você é parte do trabalho da consulta.

A resposta honesta não é “não causa”. É: depende do seu histórico, da sua idade, do seu exame e da via de administração. Nenhuma dessas variáveis cabe num anúncio. Cabem numa consulta.

Avaliação inicial

Comece pelo que você está sentindo.

Seis perguntas curtas. No fim, você recebe uma leitura inicial do seu quadro e é direcionada para a nossa equipe no WhatsApp, já com as suas respostas registradas, sem precisar contar tudo de novo.

Pergunta 1 de 6 Leva 3 minutos

Qual é a sua faixa de idade?

Escolha uma opção para avançar.

Qual é a sua faixa de idade?

Quais desses sinais você reconhece em você?

Pode marcar quantos quiser.

Quais desses sinais você reconhece em você?

Há quanto tempo você percebe isso?

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Há quanto tempo você percebe isso?

O quanto isso atrapalha o seu dia?

Escolha uma opção para avançar.

O quanto isso atrapalha o seu dia?

Você já investigou isso com exame hormonal?

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Você já investigou isso com exame hormonal?

Você já usou terapia hormonal?

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Você já usou terapia hormonal?

Analisando o seu perfil

  • Identificando o padrão dos seus sinais
  • Correlacionando com as fases do climatério
  • Preparando a sua leitura inicial

Para onde enviamos a sua leitura?

A sua leitura aparece na próxima tela e segue junto com as suas respostas para a equipe. Você não vai precisar repetir nada.

Escreva o seu nome para continuarmos.

Informe um WhatsApp válido, com DDD.

É preciso autorizar o contato para continuar.

Suas respostas são tratadas sob sigilo médico e não são compartilhadas com terceiros.

Com base nas suas respostas

Isto não é diagnóstico. É uma leitura das suas respostas. A confirmação da origem e a conduta vêm de exame e consulta médica.

Recebemos as suas respostas.

Estamos abrindo a sua conversa no WhatsApp. Sua avaliação vai junto com a mensagem, e a equipe já começa sabendo do que se trata.

Abrir conversa no WhatsApp

Se a conversa não abrir sozinha, toque no botão acima.
Atendimento humano · segunda a sexta, das 9h às 19h

Dúvidas frequentes

O que costuma ser perguntado antes da primeira consulta.

Se a sua pergunta não estiver aqui, ela cabe na conversa com a nossa equipe.

Não. Menopausa é uma data: a sua última menstruação, confirmada só depois de doze meses sem ciclo. Climatério é o nome do processo inteiro em volta dela. Começa muito antes, com alterações hormonais que costumam aparecer já a partir dos 35, e segue por décadas depois.

Perimenopausa, menopausa e pós-menopausa são fases de uma mesma transição, não três problemas separados.

Não. O acompanhamento é feito por telemedicina do primeiro contato à reavaliação: a consulta acontece por vídeo, os exames você coleta em um laboratório perto de você e o que for prescrito chega no seu endereço.

A telemedicina é regulamentada no Brasil pela Resolução CFM nº 2.314/2022.

Precisa. Nenhuma conduta hormonal é definida sem exame. É essa a diferença entre medicina e palpite.

Na consulta, o médico solicita o painel que faz sentido para o seu quadro. Você coleta em laboratório e a leitura é feita no retorno, junto com a sua história clínica.

Não existe resposta única, e quem disser que existe está simplificando demais. Depende do motivo pelo qual você começou, da fase em que está e de como o seu corpo responde ao acompanhamento.

Algumas pacientes seguem por um período definido, outras mantêm por mais tempo sob reavaliação periódica. Essa decisão é revista a cada reavaliação, com exame na mão.

Não. Existem contraindicações: histórico de alguns tipos de câncer, eventos trombóticos e outras condições entram na avaliação.

Parte do trabalho da consulta é justamente identificar se a terapia se aplica ao seu caso. E dizer com clareza quando não se aplica, indicando o caminho que faz sentido.

A avaliação inicial pelo questionário não tem custo.

Os valores da consulta e do acompanhamento são apresentados pela nossa equipe antes de qualquer agendamento, sem compromisso. Como a conduta é individual, o que você vai precisar só fica claro depois que o médico entende o seu caso.

Sim. As informações que você envia no questionário são tratadas conforme a LGPD (Lei nº 13.709/2018) e o sigilo médico.

Elas são usadas para a sua avaliação clínica e para o contato da equipe. Não são vendidas nem repassadas a terceiros.

Pode fazer sentido. Sintomas hormonais antes dos 35 costumam ter outras origens (disfunção de tireoide, síndrome dos ovários policísticos ou deficiências nutricionais, por exemplo) e também merecem investigação.

Preencha a avaliação normalmente: a nossa equipe orienta o caminho certo para o seu caso, mesmo quando não é climatério.

Seus hormônios em equilíbrio mudam a textura do seu sono,
da sua concentração, da sua vitalidade.

Isso é ciência, não promessa. E começa por medir o que está acontecendo com você.

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